O sistema de segurança pública vigente no Brasil de hoje foi montado em 1969, no auge da repressão política, para defender o regime ditatorial a qualquer preço. A ordem era perseguir, prender e se necessário matar todos aqueles que ousassem pensar, falar ou agir contra a ditadura militar. Esses objetivos foram plenamente cumpridos pelas polícias militares e civis estaduais e pelas forças de repressão do exército, da marinha e da aeronáutica.O processo de redemocratização que iniciou-se com a anistia política, que passou pela promulgação da constituição de 1988 e que culminou com a reeleição de Lula, não alterou uma vírgula sequer da estrutura oficial e oficiosa dos órgãos de segurança pública nacional e estaduais.
O resultado disso é o que temos hoje: policiais omissos e/ou corruptos, desmotivados e despreparados para fazer segurança pública; consequentemente uma ascenção generalizada da violência e dos crimes (com ênfase ao crime organizado e ao tráfico de drogas).
Cabe aos brasileiros questionar a qualidade e a eficiência das nossas polícias e dos nossos policiais, para buscar um novo modelo, mais adequado e afinado com a realidade e com as necessidades atuais.
Minhas sugestões iniciais são: a total desmilitarização dos aparelhos policiais, a unificação imediata das polícias estaduais, o combate irrestrito á corrupção polícial e o investimento pesado no profissionalismo.
José Antonio Martins Prestes
Cabe aos brasileiros questionar a qualidade e a eficiência das nossas polícias e dos nossos policiais, para buscar um novo modelo, mais adequado e afinado com a realidade e com as necessidades atuais.
Minhas sugestões iniciais são: a total desmilitarização dos aparelhos policiais, a unificação imediata das polícias estaduais, o combate irrestrito á corrupção polícial e o investimento pesado no profissionalismo.
José Antonio Martins Prestes

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