sábado, 29 de novembro de 2008

Cadeias X escolas

* Um estudante custa R$ 9.000,00/ ano;

* Um presidiário custa R$ 18.000,00/ ano;

* Um professor ganha R$ 900,00/mês;

* Um agente penitenciário ganha R$ 1.800,/mês.

Um presidiário custa ao governo de Minas Gerais 11 vezes mais do que um aluno da rede estadual de ensino. Em média R$ 1,7 mil/mês.

Um país que não investe em escolas tem que gastar com cadeias.

José Antonio Martins Prestes

Crime organizado II

Depois da rapidez e da eficiência com que o Ministro Gilmar Mendes, presidente do STF, protegeu Daniel Dantas e Naji Nahas, temos agora a punição do Delegado Protógenes Queiroz (afastamento das funções), pela cúpula da PF.

De fato o crime está cada vez mais organizado.

José Antonio Martins Prestes

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Tragédias cotidianas

A longo e a médio prazos, as questões políticas e econômicas deveriam subordinarem-se sempre ás questões sociais, no dia-a-dia administra-se o caos.

José Antonio Martins Prestes

Crime organizado I


O crime só é organizado onde o estado é desorganizado, conivente ou simplesmente não existe.
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José Antonio Martins Prestes

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Irresponsabilidade

O consumo excessivo e o crédito irresponsável que levaram os Estados Unidos e boa parte do mundo á atual crise financeira e econômica, estão sendo recomendados pelo Presidente Lula aos seus ministros e ao povo brasileiro como ferramentas para que o Brasil não mergulhe na mesma crise.

O deslumbramento com o poder e as perspectivas das eleições de 2010, estão fazendo com que Lula perca o contato com realidade.
As palavras de ordem deveriam ser racionalidade e responsabilidade e não consumo e crédito.
José Antonio Martins Prestes

Para refletir!!!


O futuro dependerá daquilo que fazemos no presente.


Política eleitoral X políticas públicas

Enquanto as políticas públicas têm que pensar a sociedade numa perspectiva mínima de vinte anos, os políticos pensam somente no resultado das próximas eleições.

José Antonio Martins Prestes

Descaso

'São anos de descaso do poder público em Santa Catarina', avalia avalia pesquisadora

As características do solo e do relevo e as condições climáticas anômalas não são capazes de, sozinhas, explicar a tragédia ocorrida em Santa Catarina. Mais do que os fenômenos naturais, o descaso do poder público ao longo das últimas décadas foi a principal razão do elevado número de mortos, desabrigados e desalojados em decorrência das chuvas que atingiram o Estado no mês de novembro. Quem faz essa avaliação é a geóloga e pesquisadora do grupo de estudos de Desastres Ambientais da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), Maria Lúcia de Paula Hermman.

"Se chover mais, será o caos final", diz governador de Santa Catarina
O coordenador do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec/Inpe), Gustavo Carlos Juan Escobar, acredita que a Secretaria Nacional de Defesa Civil foi informada em tempo suficiente para se articular com a Defesa Civil de Santa Catarina eimpedir que uma catástrofe acontecesse em Santa Catarina. "Alertamos as autoridades competentes na quarta-feira (19), três dias antes das chuvas mais intensas. Nesses dias dava para ter feito muita coisa para minimizar os efeitos das chuvas", disse.
O que precisa ser feito é um trabalho preventivo de longo prazo e uma reestruturação das cidades", avalia.
Trechos de matéria de Guilherme Balza do UOL Notícias, do dia 25/11/2008

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Potencial turístico


Um lugar só é bom para o turista, quando é bom para o seu povo.


Na foto: cena de um arrastão numa praia carioca

O crime organizado e a política eleitoral

Apesar da importância do crime organizado na política eleitoral, o assunto ainda é muito pouco estudado nos meios acadêmicos e igualmente pouco discutido pelas pessoas de uma forma geral, chegando a ser evitado, certamente por tratar-se de um tema muito desconfortável e para todos nós.

Este curso considera a força eleitoral do crime organizado, um dos fenômenos políticos mais importantes da atualidade: por sua abrangência, profundidade e ascensão econômica e social.

Praticamente todas as instâncias de governo (municípios, estados e federação), todos os poderes públicos (legislativo, executivo e judiciário), todas as classes sociais e setores econômicos estão contaminados por atividades ou organizações criminosas.

Em várias regiões brasileiras, municípios, bairros e comunidades, o crime organizado chegou a constituir-se em um poder paralelo ao poder oficial, assumindo funções próprias dos setores públicos como assistência social, segurança e lazer, e em todos os municípios brasileiros o crime organizado gera empregos e distribui renda através de suas atividades ilegais ou de fachada.

Existem ainda algumas áreas onde o crime organizado é o único poder constituído reconhecido por seus habitantes, especialmente nas regiões dominadas pelo tráfico de drogas.

Além da corrupção na política, que é uma modalidade específica de crime organizado e que já foi tratada no capítulo anterior, uma série de outras atividades criminosas como jogo do bicho, contrabando, pirataria, tráfico de pessoas, exploração sexual, lavagem de dinheiro, remessa ilegal de divisas ao exterior e sonegação fiscal, são atividades do crime organizado que sempre destinam recursos para financiar os candidatos que defendem os seus interesses ou encobrem seus crimes. Essas atividades envolvem tantas pessoas, empresas e entidades que acabam por ser socialmente toleradas e até mesmo aceitas.

O trafico de drogas é uma modalidade de crime organizado com abrangência e profundidade social, política e econômica espantosa. Os usuários estão em todas as classes sociais e os esquemas de contrabando, produção, fornecimento e distribuição requerem uma estrutura organizacional cada vez mais profissional, muito numerosa e bem estruturada administrativa, financeira e hierarquicamente.

Em função desses fatores, as bases operacionais do trafico de drogas estão montadas dentro de comunidades pobres (geralmente favelas e morros), que lhes oferecem a mão-de-obra e proteção em troca de “empregos, assistência social, segurança e lazer”, entre outras coisas.

Associado ao tráfico de drogas geralmente está o tráfico de armas, cada vez mais necessárias para a manutenção do poder dos criminosos, dentro e fora das comunidades onde atuam e para a prática de outras modalidades de crime como seqüestros, assaltos, roubos de cargas, roubos de veículos entre outros.

Em muitas regiões e municípios brasileiros, o crime organizado ultrapassou o limite do apoio financeiro e político àqueles candidatos simpáticos às suas atividades, passando a apoiar política e financeiramente a candidatura de seus próprios membros aos mais diversos cargos públicos eletivos.

Trecho do livro: Como se elege um vereador

Autor: José Antonio Martins Prestes

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Para refletir!!!


"Se queremos progredir, não devemos repetir a história, mas fazer uma história nova."


O poder das idéias


"As idéias são muito mais poderosas do que as armas. Nós não permitimos que nossos inimigos tenham armas, porque deveríamos permitir que tenham idéias?"


domingo, 16 de novembro de 2008

Contradição capitalista!!!

?????Para recomporem suas economias em crise, os líderes dos países mais ricos do planeta (G 20), responsáveis por 85 % da produção mundial, buscam desesperadamente fórmulas pra estimular o consumo????.

José Antonio Matins Prestes

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Vitória do crime organizado

O resultado final da operação Satiagraha da polícia federal está se desenhando nos escritórios, nos corredores e nos porões de Brasilia: O delegado Protógenes Queiroz está sendo execrado, condenado e punido por ter metido o nariz onde não devia.

O pessoal do Dantas e do Nahas está mostrando quem manda no Brasil e o que acontece com quem tem dificuldades para aceitar essa realidade.

É preciso parabenizar o Ministro da Justiça Tássio Jenro, o Presidente do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes e o Senador Heráclito Fortes (DEM-PI), pela competência e agilidade com que cuidaram do assunto e defenderam a integridade moral e os interesses dos seus amigos.

Também merece registro as posições tomadas pelo (cada vez mais) deslumbrado Presidente Lula; hora Pilatus, hora Judas.

Definitivamente nossas cadeias não foram feitas para os bem nascidos, foram feitas para os mesmos filhos das putas, filhos dos pretos e filhos dos pobres de sempre.

Pensem nas crianças...

Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada

Composição: Vinícius de Moraes / Gerson Conrad

domingo, 9 de novembro de 2008

Para refletir!!!


"O homem nasce bom, mas a civilização o corrompe".


Rousseau

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Até quando...

...conviveremos ou aceitaremos esta desigualdade?

José Antonio Martins Prestes

terça-feira, 4 de novembro de 2008

“Yes, they can”

“Yes, they can”

Barac Obama

O preço da rejeição.

Uma das grandes lições políticas destas eleições americanas é que o seu fator decisório será o índice de rejeição e não o de aceitação dos candidatos Obama e McCain.

O mais interessante é que a rejeição não é pessoal, Obama é rejeitado pela cor da pele e pelo nome que carrega, enquanto McCain está herdando integralmente a rejeição de Bush.

Então que vença o menos menos rejeitado !!!.

José Antonio Martins Prestes

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O negro no poder

O negros não estão preocupados com a impagável dívida histórica da escravidão, nem com a revanche do racismo e da discriminação, querem apenas ser tratados como iguais, ter igualdade de oportunidades e de condições.


Na foto Lewis hamilton campeão mundial da F1/2008


José Antonio Martins Prestes

domingo, 2 de novembro de 2008

O maior cabo eleitoral de Obama.

Sem dúvida o Senador Democrata Barac Obama tem méritos pessoais para estar á frente do Senador Republicano John McCain nas pesquisas eleitorais americanas, faltando menos de dois dias para a data da eleição; seu currículum e sua brilhante campanha o credenciam para isso. Além disso, Obama está contando com um grande aliado em sua caminhada, o maior cabo eleitoral dos Estados Unidos, nada mais nada menos do que o Presidente George W. Bush.

Com uma política externa desastrada e uma política interna inconsequente, que estão levando a maior economia do planeta a uma crise imobiliária e financeira gigantesca, ninguém mais do que Bush contribuiu para a fabulosa rejeição ao candidato republicano, John McCain. O trabalho da equipe de Obama está sendo o de manter na cabeça dos americanos que John McCain significa a continuação de George W. Bush. Diga-se de passagem esse trabalho não é muito difícil.

As cenas humilhantes de um Bush desgastado, tentando explicar aos americanos a falência do seu setor imobiliário e de algumas das mais tradicionais instituições de crédito e de investimento dos Estados Unidos, pedindo ao mesmo tempo a compreensão do seu povo e o apoio do congresso para socializar os prejuízos e salvar o seu sistema econômico, só piorou a situação do candidato republicano. Tanto isso é verdade que Bush não aparece ao lado de McCain na campanha.

A conta das guerras do Iraque e do Afeganistão ainda estão abertas, atualmente 75% dos estadosunidenses consideram que estas guerras são grandes erros que lhes custaram alguns bilhões de dólares e várias centenas de vidas de jovens americanos, sem atingir nenhum dos seus principais objetivos, que eram: tornar o "mundo" mais seguro em relação ao terrorismo islâmico, exterminar o Talibã e devolver a democracia ao Iraque. Não é preciso dizer que o Senador McCain apoiou e apoia integralmente as posições de Bush nestas questões e está pagando o seu preço por isso.

Se não fosse por estas circunstâncias, um negro com ideias socialistas, meio americano e com fortíssima influência muçulmana, não teria a menor chance concorrendo contra um branco de familia tradicionalíssima, herói de guerra e conservador, numa eleição para a presidência dos Estados Unidos da América.

José Antonio Martins Prestes